quarta-feira, 17 de abril de 2013
segunda-feira, 15 de abril de 2013
um dia de sol no brique da redenção
sábado, 2 de junho de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Reciclar sempre!!!!
Reciclar significa transformar objetos e materiais usados em novos produtos para o consumo. Esta necessidade foi despertada pelos seres humanos, a partir do momento em que se verificou os benefícios que estes procedimento trás para o planeta Terra. A essa altura do campeonato onde estamos á beira do perigo com o aquecimento global, reciclar é necessário. Com a reciclagem além de termos um ar mais limpo, água e solo mais saudáveis e férteis poderemos reaproveitar as matérias recicláveis.
Reciclar e ajudar o meio ambiente é preciso sempre. Para se ter idéia com 50 quilos de papel usados, se transformados em novos, evitamos que uma árvore seja cortada. Cuidar do planeta é necessário, ainda mais nesse momento de ameaça do aquecimento global.
Ajude-nos a ganhar essa causa, RECICLE!!
sexta-feira, 4 de maio de 2012
terça-feira, 1 de maio de 2012
Latinhas amassadas - Gaúcho
As maiores vantagens da reciclagem são:
- A minimização da quantidade de resíduos que necessita tratamento final, como aterro ou incineração;
- A minimização da utilização de fontes naturais, muitas vezes não renováveis;
- A possibilidade de permitir aos cidadãos uma participação activa na melhoria da qualidade do ambiente;
- Criação de postos de trabalho;
- Redução da poluição;
- Redução do impacte ambiental causado pela extracção de recursos.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Latinha de alumínio é o material mais reciclado do país
Segundo a pesquisa Indicadores de Desenvolvimento Sustentável (IDS) 2010, do IBGE, as latinhas de alumínio são o material mais reciclado no Brasil. O índice de reciclagem é alto: 91,5% do total de latinhas produzidas no país.
De acordo com Judicael Clevelario Junior, um dos analistas da pesquisa, o percentual de reciclagem de todos os materiais cresceu no Brasil nos últimos anos, mas as latinhas sempre ocuparam o topo. Há cinco anos o índice de reciclagem desse material supera os 90%. Em 2004 foi de 95,7%, em 2005 96,2%, 94,4% em 2006 e 96,5% em 2007. O índice de 91,5% divulgado agora pelo IBGE é referente a 2008. É o menor desde 2003, mas continua um dos mais altos do mundo, à frente de Japão (87,3%) e Estados Unidos (54,2%), por exemplo. “O porcentual de reciclagem oscila a depender do preço do material a ser reciclado”, disse o analista à Agência Estado.
A sucata de alumínio é uma das mais bem pagas do mercado brasileiro, que comprava uma tonelada de latinhas (o equivalente a 75 mil unidades) por R$ 2.780,00 na segunda semana de agosto, segundo a Associação Brasileira do Alumínio (Abal). “A reciclagem do Brasil não é baseada em coleta seletiva e sim no trabalho de catadores”, explica Clevelario Junior. Essa é uma das causas da variação no índice, sempre atrelada à variação do preço do material coletado.
Os outros materiais mais reciclados no Brasil são as embalagens PET (54,8%), o vidro (47%), as latas de aço (46,5%) e o papel (43,7%). Por último estão as embalagens de leite longa vida e sucos (26,6%), cujo processo de reciclagem é recente (desde há dez anos) e ainda está em crescimento.
Segundo Clevelario Junior, o governo já toma medidas para evitar a oscilação e incentivar a reciclagem de todos os materiais. “A política nacional de recursos sólidos recentemente aprovada deu ideias de incentivo à coleta seletiva. No Ministério do Meio Ambiente, há alguns estudos de preços mínimos para matérias oriundas de reciclagem, para acabar com a oscilação”, anunciou. Ele disse ainda que o ministério cogita a elaboração de uma política de profissionalização dos catadores.
Essas ações, aliadas à evolução das leis ambientais, da educação e das políticas de coleta seletiva devem aumentar significativamente o índice de reciclagem de todos os materiais. A pesquisa destaca que a reciclagem evita a emissão de gases do efeito estufa e reduz o consumo de energia e a extração de matérias-primas.
[Agência Brasil e Estadão]
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Puma vai reciclar equipamento desportivo usado
A Puma, fabricante alemã de equipamento desportivo detida pelo grupo PPR, anunciou o lanalçamento de um programa de recolha e reciclagem de equipamento desportivo (vestuário, calçado e acessórios).
O programa designado «Bring Me Back» vai arrancar nas lojas alemãs devendo depois ser alargado ao resto do mundo a partir de 2013.
O programa permite que os consumidores depositem os artigos usados em caixas específicas disponibilizadas nas lojas da marca. A iniciativa é desenvolvida em parceria com uma empresa norte-americana (I:CO) especializada na reciclagem de roupas usadas.
sábado, 14 de abril de 2012
Latas de Aluminio
Em 2010, o Brasil reciclou 439 mil toneladas de alumínio. A relação entre este volume e o consumo doméstico de alumínio indica um percentual de 33,8%, que é superior a média mundial de 27% (base 2009). Na reciclagem de latas de alumínio para bebidas, em 2010, o País reciclou 239,1 mil toneladas de sucata, o que corresponde a 17,7 bilhões de unidades, ou 48,5 milhões por dia ou 2 milhões por hora. Pelo décimo ano consecutivo, o país lidera a reciclagem de latas de alumínio para bebidas, entre os países em que a atividade não é obrigatória por lei – como no Japão, que em 2010 reciclou 92,6% de latas; Argentina (91,1%) e Estados Unidos (58,1%) – e entre países europeus, cuja legislação sobre reciclagem de materiais é bastante rígida, e apresentaram um índice médio de 64,3% (dados de 2009).
quarta-feira, 16 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
Me caí del mundo y no sé por donde se entra
(Para mayores de 30)
Lo que me pasa es que no consigo andar por el mundo tirando cosas y cambiándolas por el modelo siguiente sólo porque a alguien se le ocurre agregarle una función o achicarlo un poco..
No hace tanto, con mi mujer, lavábamos los pañales de los críos, los colgábamos en la cuerda junto a otra ropita, los planchábamos, los doblábamos y los preparábamos para que los volvieran a ensuciar.
Y ellos, nuestros nenes, apenas crecieron y tuvieron sus propios hijos se encargaron de tirar todo por la borda, incluyendo los pañales.
¡Se entregaron inescrupulosamente a los desechables! Si, ya lo sé. A nuestra generación siempre le costó botar. ¡Ni los desechos nos resultaron muy desechables! Y así anduvimos por las calles guardando los mocos en el pañuelo de tela del bolsillo.
¡¡¡Nooo!!! Yo no digo que eso era mejor. Lo que digo es que en algún momento me distraje, me caí del mundo y ahora no sé por dónde se entra. Lo más probable es que lo de ahora esté bien, eso no lo discuto. Lo que pasa es que no consigo cambiar el equipo de música una vez por año, el celular cada tres meses o el monitor de la computadora todas las navidades.
¡Guardo los vasos desechables!
¡Lavo los guantes de látex que eran para usar una sola vez!
¡Los cubiertos de plástico conviven con los de acero inoxidable en el cajón de los cubiertos!
Es que vengo de un tiempo en el que las cosas se compraban para toda la vida!
¡Es más! ¡Se compraban para la vida de los que venían después!
La gente heredaba relojes de pared, juegos de copas, vajillas y hasta palanganas de loza.
Y resulta que en nuestro no tan largo matrimonio, hemos tenido más cocinas que las que había en todo el barrio en mi infancia y hemos cambiado de refrigerador tres veces.
¡¡Nos están fastidiando! ! ¡¡Yo los descubrí!! ¡¡Lo hacen adrede!! Todo se rompe, se gasta, se oxida, se quiebra o se consume al poco tiempo para que tengamos que cambiarlo. Nada se repara. Lo obsoleto es de fábrica.
¿Dónde están los zapateros arreglando las media-suelas de los tenis Nike?
¿Alguien ha visto a algún colchonero escardando colchones casa por casa?
¿Quién arregla los cuchillos eléctricos? ¿El afilador o el electricista?
¿Habrá teflón para los hojalateros o asientos de aviones para los talabarteros?
Todo se tira, todo se desecha y, mientras tanto, producimos más y más y más basura.
El otro día leí que se produjo más basura en los últimos 40 años que en toda la historia de la humanidad.
El que tenga menos de 30 años no va a creer esto: ¡¡Cuando yo era niño por mi casa no pasaba el que recogía la basura!!
¡¡Lo juro!! ¡Y tengo menos de… años!
Todos los desechos eran orgánicos e iban a parar al gallinero, a los patos o a los conejos (y no estoy hablando del Siglo XVII)
No existía el plástico ni el nylon. La goma sólo la veíamos en las ruedas de los autos y las que no estaban rodando las quemábamos en la Fiesta de San Juan.
Los pocos desechos que no se comían los animales, servían de abono o se quemaban. De ‘por ahí’ vengo yo. Y no es que haya sido mejor.. Es que no es fácil para un pobre tipo al que lo educaron con el ‘guarde y guarde que alguna vez puede servir para algo’, pasarse al ‘compre y bote que ya se viene el modelo nuevo’. Hay que cambiar el auto cada 3 años como máximo, porque si no, eres un arruinado. Así el coche que tenés esté en buen estado. Y hay que vivir endeudado eternamente para pagar el nuevo!!!! Pero por Dios.
Mi cabeza no resiste tanto.
Ahora mis parientes y los hijos de mis amigos no sólo cambian de celular una vez por semana, sino que, además, cambian el número, la dirección electrónica y hasta la dirección real.
Y a mí me prepararon para vivir con el mismo número, la misma mujer, la misma casa y el mismo nombre (y vaya si era un nombre como para cambiarlo) Me educaron para guardar todo. ¡¡¡Toooodo!!! Lo que servía y lo que no. Porque algún día las cosas podían volver a servir. Le dábamos crédito a todo.
Si, ya lo sé, tuvimos un gran problema: nunca nos explicaron qué cosas nos podían servir y qué cosas no. Y en el afán de guardar (porque éramos de hacer caso) guardamos hasta el ombligo de nuestro primer hijo, el diente del segundo, las carpetas del jardín de infantes y no sé cómo no guardamos la primera caquita. ¿Cómo quieren que entienda a esa gente que se desprende de su celular a los pocos meses de comprarlo?
¿Será que cuando las cosas se consiguen fácilmente, no se valoran y se vuelven desechables con la misma facilidad con la que se consiguieron?
En casa teníamos un mueble con cuatro cajones. El primer cajón era para los manteles y los repasadores, el segundo para los cubiertos y el tercero y el cuarto para todo lo que no fuera mantel ni cubierto. Y guardábamos.. . ¡¡Cómo guardábamos!! ¡¡Tooooodo lo guardábamos!! ¡¡Guardábamos las tapas de los refrescos!! ¡¿Cómo para qué?! Hacíamos limpia-calzados para poner delante de la puerta para quitarnos el barro. Dobladas y enganchadas a una piola se convertían en cortinas para los bares. Al terminar las clases le sacábamos el corcho, las martillábamos y las clavábamos en una tablita para hacer los instrumentos para la fiesta de fin de año de la escuela.
¡Tooodo guardábamos!
Cuando el mundo se exprimía el cerebro para inventar encendedores que se tiraban al terminar su ciclo, inventábamos la recarga de los encendedores descartables. Y las Gillette -hasta partidas a la mitad- se convertían en sacapuntas por todo el ciclo escolar. Y nuestros cajones guardaban las llavecitas de las latas de sardinas o del corned-beef, por las dudas que alguna lata viniera sin su llave. ¡Y las pilas! Las pilas de las primeras Spica pasaban del congelador al techo de la casa. Porque no sabíamos bien si había que darles calor o frío para que vivieran un poco más. No nos resignábamos a que se terminara su vida útil, no podíamos creer que algo viviera menos que un jazmín.
Las cosas no eran desechables. Eran guardables. ¡¡¡Los diarios!!! Servían para todo: para hacer plantillas para las botas de goma, para pone r en el piso los días de lluvia y por sobre todas las cosas para envolver. ¡¡¡Las veces que nos enterábamos de algún resultado leyendo el diario pegado al trozo de carne!!!
Y guardábamos el papel plateado de los chocolates y de los cigarros para hacer guías de pinitos de navidad y las páginas del almanaque para hacer cuadros y los goteros de las medicinas por si algún medicamento no traía el cuentagotas y los fósforos usados porque podíamos prender una hornalla de la Volcán desde la otra que estaba prendida y las cajas de zapatos que se convirtieron en los primeros álbumes de fotos y los mazos de naipes se reutilizaban aunque faltara alguna, con la inscripción a mano en una sota de espada que decía ‘éste es un 4 de bastos’.
Los cajones guardaban pedazos izquierdos de pinzas de ropa y el ganchito de metal. Al tiempo albergaban sólo pedazos derechos que esperaban a su otra mitad para convertirse otra vez en una pinza completa.
Yo sé lo que nos pasaba: nos costaba mucho declarar la muerte de nuestros objetos. Así como hoy las nuevas generaciones deciden ‘matarlos’ apenas aparentan dejar de servir, aquellos tiempos eran de no declarar muerto a nada: ¡¡¡ni a Walt Disney!!!
Y cuando nos vendieron helados en copitas cuya tapa se convertía en base y nos dijeron: ‘Cómase el helado y después tire la copita’, nosotros dijimos que sí, pero, ¡¡¡minga que la íbamos a tirar!!! Las pusimos a vivir en el estante de los vasos y de las copas. Las latas de arvejas y de duraznos se volvieron macetas y hasta teléfonos. Las primeras botellas de plástico se transformaron en adornos de dudosa belleza. Las hueveras se convirtieron en depósitos de acuarelas, las tapas de botellones en ceniceros, las primeras latas de cerveza en portalápices y los corchos esperaron encontrarse con una botella.
Y me muerdo para no hacer un paralelo entre los valores que se desechan y los que preservábamos. ¡¡¡Ah!!! ¡¡¡No lo voy a hacer!!! Me muero por decir que hoy no sólo los electrodomésticos son desechables; que también el matrimonio y hasta la amistad son descartables.
Pero no cometeré la imprudencia de comparar objetos con personas. Me muerdo para no hablar de la identidad que se va perdiendo, de la memoria colectiva que se va tirando, del pasado efímero. No lo voy a hacer. No voy a mezclar los temas, no voy a decir que a lo perenne lo han vuelto caduco y a lo caduco lo hicieron perenne. No voy a decir que a los ancianos se les declara la muerte apenas empiezan a fallar en sus funciones, que los cónyuges se cambian por modelos más nuevos, que a las personas que les falta alguna función se les discrimina o que valoran más a los lindos, con brillo,pegatina en el cabello y glamour.
Esto sólo es una crónica que habla de pañales y de celulares. De lo contrario, si mezcláramos las cosas, tendría que plantearme seriamente entregar a la ‘bruja’ como parte de pago de una señora con menos kilómetros y alguna función nueva. Pero yo soy lento para transitar este mundo de la reposición y corro el riesgo de que la ‘bruja’ me gane de mano y sea yo el entregado.
Eduardo Galeano
Lo que me pasa es que no consigo andar por el mundo tirando cosas y cambiándolas por el modelo siguiente sólo porque a alguien se le ocurre agregarle una función o achicarlo un poco..
No hace tanto, con mi mujer, lavábamos los pañales de los críos, los colgábamos en la cuerda junto a otra ropita, los planchábamos, los doblábamos y los preparábamos para que los volvieran a ensuciar.
Y ellos, nuestros nenes, apenas crecieron y tuvieron sus propios hijos se encargaron de tirar todo por la borda, incluyendo los pañales.
¡Se entregaron inescrupulosamente a los desechables! Si, ya lo sé. A nuestra generación siempre le costó botar. ¡Ni los desechos nos resultaron muy desechables! Y así anduvimos por las calles guardando los mocos en el pañuelo de tela del bolsillo.
¡¡¡Nooo!!! Yo no digo que eso era mejor. Lo que digo es que en algún momento me distraje, me caí del mundo y ahora no sé por dónde se entra. Lo más probable es que lo de ahora esté bien, eso no lo discuto. Lo que pasa es que no consigo cambiar el equipo de música una vez por año, el celular cada tres meses o el monitor de la computadora todas las navidades.
¡Guardo los vasos desechables!
¡Lavo los guantes de látex que eran para usar una sola vez!
¡Los cubiertos de plástico conviven con los de acero inoxidable en el cajón de los cubiertos!
Es que vengo de un tiempo en el que las cosas se compraban para toda la vida!
¡Es más! ¡Se compraban para la vida de los que venían después!
La gente heredaba relojes de pared, juegos de copas, vajillas y hasta palanganas de loza.
Y resulta que en nuestro no tan largo matrimonio, hemos tenido más cocinas que las que había en todo el barrio en mi infancia y hemos cambiado de refrigerador tres veces.
¡¡Nos están fastidiando! ! ¡¡Yo los descubrí!! ¡¡Lo hacen adrede!! Todo se rompe, se gasta, se oxida, se quiebra o se consume al poco tiempo para que tengamos que cambiarlo. Nada se repara. Lo obsoleto es de fábrica.
¿Dónde están los zapateros arreglando las media-suelas de los tenis Nike?
¿Alguien ha visto a algún colchonero escardando colchones casa por casa?
¿Quién arregla los cuchillos eléctricos? ¿El afilador o el electricista?
¿Habrá teflón para los hojalateros o asientos de aviones para los talabarteros?
Todo se tira, todo se desecha y, mientras tanto, producimos más y más y más basura.
El otro día leí que se produjo más basura en los últimos 40 años que en toda la historia de la humanidad.
El que tenga menos de 30 años no va a creer esto: ¡¡Cuando yo era niño por mi casa no pasaba el que recogía la basura!!
¡¡Lo juro!! ¡Y tengo menos de… años!
Todos los desechos eran orgánicos e iban a parar al gallinero, a los patos o a los conejos (y no estoy hablando del Siglo XVII)
No existía el plástico ni el nylon. La goma sólo la veíamos en las ruedas de los autos y las que no estaban rodando las quemábamos en la Fiesta de San Juan.
Los pocos desechos que no se comían los animales, servían de abono o se quemaban. De ‘por ahí’ vengo yo. Y no es que haya sido mejor.. Es que no es fácil para un pobre tipo al que lo educaron con el ‘guarde y guarde que alguna vez puede servir para algo’, pasarse al ‘compre y bote que ya se viene el modelo nuevo’. Hay que cambiar el auto cada 3 años como máximo, porque si no, eres un arruinado. Así el coche que tenés esté en buen estado. Y hay que vivir endeudado eternamente para pagar el nuevo!!!! Pero por Dios.
Mi cabeza no resiste tanto.
Ahora mis parientes y los hijos de mis amigos no sólo cambian de celular una vez por semana, sino que, además, cambian el número, la dirección electrónica y hasta la dirección real.
Y a mí me prepararon para vivir con el mismo número, la misma mujer, la misma casa y el mismo nombre (y vaya si era un nombre como para cambiarlo) Me educaron para guardar todo. ¡¡¡Toooodo!!! Lo que servía y lo que no. Porque algún día las cosas podían volver a servir. Le dábamos crédito a todo.
Si, ya lo sé, tuvimos un gran problema: nunca nos explicaron qué cosas nos podían servir y qué cosas no. Y en el afán de guardar (porque éramos de hacer caso) guardamos hasta el ombligo de nuestro primer hijo, el diente del segundo, las carpetas del jardín de infantes y no sé cómo no guardamos la primera caquita. ¿Cómo quieren que entienda a esa gente que se desprende de su celular a los pocos meses de comprarlo?
¿Será que cuando las cosas se consiguen fácilmente, no se valoran y se vuelven desechables con la misma facilidad con la que se consiguieron?
En casa teníamos un mueble con cuatro cajones. El primer cajón era para los manteles y los repasadores, el segundo para los cubiertos y el tercero y el cuarto para todo lo que no fuera mantel ni cubierto. Y guardábamos.. . ¡¡Cómo guardábamos!! ¡¡Tooooodo lo guardábamos!! ¡¡Guardábamos las tapas de los refrescos!! ¡¿Cómo para qué?! Hacíamos limpia-calzados para poner delante de la puerta para quitarnos el barro. Dobladas y enganchadas a una piola se convertían en cortinas para los bares. Al terminar las clases le sacábamos el corcho, las martillábamos y las clavábamos en una tablita para hacer los instrumentos para la fiesta de fin de año de la escuela.
¡Tooodo guardábamos!
Cuando el mundo se exprimía el cerebro para inventar encendedores que se tiraban al terminar su ciclo, inventábamos la recarga de los encendedores descartables. Y las Gillette -hasta partidas a la mitad- se convertían en sacapuntas por todo el ciclo escolar. Y nuestros cajones guardaban las llavecitas de las latas de sardinas o del corned-beef, por las dudas que alguna lata viniera sin su llave. ¡Y las pilas! Las pilas de las primeras Spica pasaban del congelador al techo de la casa. Porque no sabíamos bien si había que darles calor o frío para que vivieran un poco más. No nos resignábamos a que se terminara su vida útil, no podíamos creer que algo viviera menos que un jazmín.
Las cosas no eran desechables. Eran guardables. ¡¡¡Los diarios!!! Servían para todo: para hacer plantillas para las botas de goma, para pone r en el piso los días de lluvia y por sobre todas las cosas para envolver. ¡¡¡Las veces que nos enterábamos de algún resultado leyendo el diario pegado al trozo de carne!!!
Y guardábamos el papel plateado de los chocolates y de los cigarros para hacer guías de pinitos de navidad y las páginas del almanaque para hacer cuadros y los goteros de las medicinas por si algún medicamento no traía el cuentagotas y los fósforos usados porque podíamos prender una hornalla de la Volcán desde la otra que estaba prendida y las cajas de zapatos que se convirtieron en los primeros álbumes de fotos y los mazos de naipes se reutilizaban aunque faltara alguna, con la inscripción a mano en una sota de espada que decía ‘éste es un 4 de bastos’.
Los cajones guardaban pedazos izquierdos de pinzas de ropa y el ganchito de metal. Al tiempo albergaban sólo pedazos derechos que esperaban a su otra mitad para convertirse otra vez en una pinza completa.
Yo sé lo que nos pasaba: nos costaba mucho declarar la muerte de nuestros objetos. Así como hoy las nuevas generaciones deciden ‘matarlos’ apenas aparentan dejar de servir, aquellos tiempos eran de no declarar muerto a nada: ¡¡¡ni a Walt Disney!!!
Y cuando nos vendieron helados en copitas cuya tapa se convertía en base y nos dijeron: ‘Cómase el helado y después tire la copita’, nosotros dijimos que sí, pero, ¡¡¡minga que la íbamos a tirar!!! Las pusimos a vivir en el estante de los vasos y de las copas. Las latas de arvejas y de duraznos se volvieron macetas y hasta teléfonos. Las primeras botellas de plástico se transformaron en adornos de dudosa belleza. Las hueveras se convirtieron en depósitos de acuarelas, las tapas de botellones en ceniceros, las primeras latas de cerveza en portalápices y los corchos esperaron encontrarse con una botella.
Y me muerdo para no hacer un paralelo entre los valores que se desechan y los que preservábamos. ¡¡¡Ah!!! ¡¡¡No lo voy a hacer!!! Me muero por decir que hoy no sólo los electrodomésticos son desechables; que también el matrimonio y hasta la amistad son descartables.
Pero no cometeré la imprudencia de comparar objetos con personas. Me muerdo para no hablar de la identidad que se va perdiendo, de la memoria colectiva que se va tirando, del pasado efímero. No lo voy a hacer. No voy a mezclar los temas, no voy a decir que a lo perenne lo han vuelto caduco y a lo caduco lo hicieron perenne. No voy a decir que a los ancianos se les declara la muerte apenas empiezan a fallar en sus funciones, que los cónyuges se cambian por modelos más nuevos, que a las personas que les falta alguna función se les discrimina o que valoran más a los lindos, con brillo,pegatina en el cabello y glamour.
Esto sólo es una crónica que habla de pañales y de celulares. De lo contrario, si mezcláramos las cosas, tendría que plantearme seriamente entregar a la ‘bruja’ como parte de pago de una señora con menos kilómetros y alguna función nueva. Pero yo soy lento para transitar este mundo de la reposición y corro el riesgo de que la ‘bruja’ me gane de mano y sea yo el entregado.
Eduardo Galeano
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Limpando a confusão
Não tente classificar ou entender o que está acontecendo porque qualquer coisa que você fizer não ajudará em nada. Não se importe com a confusão. Simplesmente observe.
Esta técnica de meditação pode ser aplicada antes de dormir, durante, no mínimo, dez minutos.
Sente-se em sua cama de forma relaxada, feche os olhos e sinta seu corpo relaxar. Se o corpo começar a se inclinar para a frente, incline-se junto. Quem sabe ele não quer voltar à posição fetal, como o bebê no útero da mãe?
Se esse for o caso, não hesite: torne-se uma criança no útero materno.
Escute sua respiração, a inspiração e a expiração. Não verbalize nada, apenas sinta o ar entrando e saindo. Simplesmente sinta. Você vai perceber um enorme silêncio e uma clareza.
Deixe as coisas acontecerem como se não fosse você que as estivesse fazendo.
Osho, em "Uma Farmácia Para a Alma"
Esta técnica de meditação pode ser aplicada antes de dormir, durante, no mínimo, dez minutos.
Sente-se em sua cama de forma relaxada, feche os olhos e sinta seu corpo relaxar. Se o corpo começar a se inclinar para a frente, incline-se junto. Quem sabe ele não quer voltar à posição fetal, como o bebê no útero da mãe?
Se esse for o caso, não hesite: torne-se uma criança no útero materno.
Escute sua respiração, a inspiração e a expiração. Não verbalize nada, apenas sinta o ar entrando e saindo. Simplesmente sinta. Você vai perceber um enorme silêncio e uma clareza.
Deixe as coisas acontecerem como se não fosse você que as estivesse fazendo.
Osho, em "Uma Farmácia Para a Alma"
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
A Garotinha e a Borboleta

Havia uma garotinha que gostava
de passear pelos jardins,
quando um dia vê uma borboleta
espetada em um espinho.
Muito cuidadosamente ela a soltou
e a borboleta começou a voar para longe.
Mas...de repente, ela volta e lhe diz:
- Por sua bondade, vou conceder-lhe
seu maior desejo.
A garotinha pensou por um momento e replicou:
- Quero ser feliz!!
A borboleta inclinou-se até ela
e sussurrou algo em seu ouvido e desapareceu subitamente.
A garota crescia e ninguém na terra era mais feliz do que ela.
Sempre que alguém lhe perguntava sobre o segredo de sua felicidade,
ela somente sorria e respondia:
- Soltei a borboleta e ela me fez ser feliz.
Quando ela ficou bem velha,
os vizinhos temeram que o seu segredo fabuloso pudessemorrer com ela.
- Diga-nos, por favor, eles imploravam
- Diga-nos o que a fada disse .
Agora a amável velhinha simplesmente sorriu e disse:
- Ela me disse que todas as pessoas, por mais seguras que parecem ser, precisavam de mim!"
Na verdade... todos nós precisamos uns dos outros,
eu por exemplo preciso de você...
do seu carinho e da sua amizade.
Não se esqueça:
Amizade é sempre querer a pessoa que ama ao seu lado.
Amizade não é ocasional, interessada ou pretensiosa.
Amizade é para ser constante e para sempre.
Quando você ajuda alguém,
por mais pequeno que seja,
você está liberando felicidade para sua vida.
Felicidade implica em ajudar o próximo...se doar.
Se você só quer receber,
não se iluda, pois a tal felicidade nunca lhe baterá à porta !
Autor Desconhecido
sábado, 26 de setembro de 2009

A trajetória de Mafalda abrange o período compreendido entre os anos 1964 e 1973, em três publicações: “Primera Plana”, “El Mundo” e “Siete Dias Ilustrados”. Bem antes da despedida oficial da tira, em junho de 1973, Quino — e ninguém mais do que ele — percebeu que eslava esgotado e não poderia insistir sem se repetir.
Ao contrário de outros colegas seus — como Schullz, criador de “Peanuts” —, que fizeram as tiras sobreviverem apoiando-se num grupo de roteiristas e desenhistas, Quino sempre resistiu a perder o contato pessoal com sua criação. Nunca aceitou adotar essa modalidade de trabalho, por considerá-la inadequada a seu estilo, e também nunca utilizou um mecanismo particular de trabalho. Antes que alguém o percebesse, Quino soube que Mafalda havia cumprido sua missão.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Alegria e Serpentina

Todo o dia chego em casa
Encontro eles com regularidade, crio fantasias e leio meu texto em provençal
Troco de roupa, tomo meu banho e faço minha comida
Eles fazem da minha vida um mundo de alegrias e carnaval
Coralie Clément toca no meu player digital, que bela
Me escondo atrás de rabiscos e livros para conter minha ansiedade ansestral
Fotos de rostos e moços, de caras e bocas, sorrisos e arrepios pintam minha tela
São eles que aparecem na imagem do meu cibernético vitral
Ao ver tais imagens, tais fotos batidas, aqueles pequenos retratos
Me vejo no meio de tanta gente cheia de vida, cheia de vontades
Quase não percebo quando estou com eles, por ali,por aqui, nos teatros
Não cabe dentro de mim a emoção de estar ao lado deles
Dizem que fazer parte dela é uma alegria
De vez em quando até distância quero deles, uma tentação
Formaram meu caráter desde criança com serpentina e fantasia
E me protegem das escolhas erradas, tentadoras e de frutração
Participam ativamente da minha vida, das minhas dúvidas e dos meus anseios
Por vezes, de tanto me ajudar, são chatos
Me abraçam e me acolhem nas gargalhadas e nas risadas
Mas por mero caso do descaso, eles acabam sendo sensatos
Pergunte-se quem são:
A mão que segura, o braço que fortifica, o acorde que afaga, a palavra que eu escuto
A mãe que ama, o irmão que acolhe, a cunha que toca, o pai sábio
São eles senhores, a razão do entender o lado humano de uma vida
Como um carnaval que não tem fim
É a alegria, é a serpentina, é a maestria
Uma jornada de vida que sempre diz sim
Essa é minha família
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Ele me olhou por 24 anos
Ele me olhou por 24 anos
Causando-me arrepio e medo
parecia em si mesmo, desumano
Quando naquela noite de junho me disse que veio
Não entendi ao certo sua vinda
Eu não o senti chegando
Eu não entendi em nada, simplesmente em nada
Só vi que ele veio, só vi ele se aproximando
Ouso acreditar que sua vinda foi para me esfregar os olhos
Me mostrar que a vida vivida não era a minha vida vivida
Era vida deles vivida, a vida dos outros vivida
Sobreviver nesse círculo, sobreviver na roda que roda
No som de uma melodia que não termina
Nos traços de um desenho que não desbota
Nas drogas de qualquer anfetamina
Me mostrou que esse moço (quiçá, até uma moça) não veio para abalar
Nem tampouco para me embriagar ou me fazer esquecer
Desabotoou minha camisa e me disse, cheguei pra te amar
Isso não! Só quero alguém que me mostre o lado humano do meu ser, apenas isso
Ele começou a escrever sua história em mim com um lápis
As suas formas foram regrando e cercando o meu viver
Ele se apresentou como AIDS
Mas nunca me deixou desaprender que viver é só sobreviver
Começou a ser um vivente do meu sangue
Um vivente da minha carne, da minha alma e dos meus medos
Um vivente embriagado, infiltrado, palpitante e inerente
Um vivente que sorri quando eu acordo e que morre quando eu esqueço
Não sou eu que sobrevivo a ele
Ele sobrevive por mim
Sorte dele ter me encontrado
Sorte minha te-lo entendido
Sorte minha te-lo aceitado
Sorte minha te-lo amordaçado dentro de mim
Sorte
Um amigo querido
Causando-me arrepio e medo
parecia em si mesmo, desumano
Quando naquela noite de junho me disse que veio
Não entendi ao certo sua vinda
Eu não o senti chegando
Eu não entendi em nada, simplesmente em nada
Só vi que ele veio, só vi ele se aproximando
Ouso acreditar que sua vinda foi para me esfregar os olhos
Me mostrar que a vida vivida não era a minha vida vivida
Era vida deles vivida, a vida dos outros vivida
Sobreviver nesse círculo, sobreviver na roda que roda
No som de uma melodia que não termina
Nos traços de um desenho que não desbota
Nas drogas de qualquer anfetamina
Me mostrou que esse moço (quiçá, até uma moça) não veio para abalar
Nem tampouco para me embriagar ou me fazer esquecer
Desabotoou minha camisa e me disse, cheguei pra te amar
Isso não! Só quero alguém que me mostre o lado humano do meu ser, apenas isso
Ele começou a escrever sua história em mim com um lápis
As suas formas foram regrando e cercando o meu viver
Ele se apresentou como AIDS
Mas nunca me deixou desaprender que viver é só sobreviver
Começou a ser um vivente do meu sangue
Um vivente da minha carne, da minha alma e dos meus medos
Um vivente embriagado, infiltrado, palpitante e inerente
Um vivente que sorri quando eu acordo e que morre quando eu esqueço
Não sou eu que sobrevivo a ele
Ele sobrevive por mim
Sorte dele ter me encontrado
Sorte minha te-lo entendido
Sorte minha te-lo aceitado
Sorte minha te-lo amordaçado dentro de mim
Sorte
Um amigo querido
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Adriana Calcanhoto exalta universo português

Apresentado apenas em Lisboa e Paris, o show “Qualquer coisa de intermédio” fez sua estreia no Brasil na noite dessa terça-feira pelo 16º Porto Alegre em Cena. No palco do Theatro São Pedro, Adriana Calcanhoto emprestou a suavidade de sua voz para interpretar músicas e poesias portuguesas ao velho estilo do fado.
Ao lado da cantora lusitana Mísia, Adriana celebrou o universo cultural português interpretando obras de Luís de Camões, Fernando Pessoa, Arnaut Daniel, Amália Rodrigues e a sempre cultuada Carmem Miranda. Até mesmo o nome da montagem musical se refere a um poema português de Mário de Sá Carneiro (1890-1916) que traz em sua letra o seguinte trecho: “Eu não sou eu nem sou o outro, sou qualquer coisa de intermédio: pilar da ponte de tédio que vai de mim para o outro”.
Adriana confessou ao público que estava com certo medo de apresentar novamente esse show. Isso por que, a última vez que ela o apresentou foi no ano de 2007 em Paris. De lá para cá não houve mais sequer ensaios do repertório.
― Esse é um concerto muito especial que a gente fez de encomenda para a fundação Gulbenkian de Paris, que nos convidou para fazer uma noite única com um repertório de língua portuguesa. A gente ensaiou loucamente, meses... pensando as canções, trabalhando com o Eucanaã Ferraz, que é o diretor do espetáculo, trabalhando entre nós, para fazer uma noite única. Foi uma loucura! - disse Adriana aos espectadores que lotaram o Theatro São Pedro.
Envolvida com um novo trabalho musical, Adriana disse que é um prazer dar um tempo no projeto para participar da 16ª edição Porto Alegre em Cena.
― A gente teve o privilégio de receber o convite do Em Cena, do Luciano Alabarse, para voltar a cantar dois anos depois com esse repertório, que é um presente para a gente poder tocar mais uma vez - comemora Adriana.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
A nossa mãe natureza...
Contemplando a Natureza
Sentado à margem da cachoeira
À tardinha...
Observo a queda d`água
Caindo e escorrendo por entre
As pedras...
Oiço o barulhinho mágico desse
Elemento purificador e o canto
Dos passarinhos vindo da mata verde...
Um encanto!
Contemplo como é divina a natureza
Que incomensurável beleza?
Deixo fluir os meus pensamentos
Em direção ao céu aberto.
Neste momento uma chuva fina passageira
Cai do céu molhando meu corpo
Regando a flor de minh`alma.
Oh quão lindo é o arco iris colorido
Com sua ponta reluzente cruzando
Sobre o espelho d`água!
Surge o astro Rei após a chuva passageira.
Termino minha contemplação
Vendo o pôr-do-sol, com a sensibilidade da
Poesia pulsando em meu coração!
Elias Akhenaton
Sentado à margem da cachoeira
À tardinha...
Observo a queda d`água
Caindo e escorrendo por entre
As pedras...
Oiço o barulhinho mágico desse
Elemento purificador e o canto
Dos passarinhos vindo da mata verde...
Um encanto!
Contemplo como é divina a natureza
Que incomensurável beleza?
Deixo fluir os meus pensamentos
Em direção ao céu aberto.
Neste momento uma chuva fina passageira
Cai do céu molhando meu corpo
Regando a flor de minh`alma.
Oh quão lindo é o arco iris colorido
Com sua ponta reluzente cruzando
Sobre o espelho d`água!
Surge o astro Rei após a chuva passageira.
Termino minha contemplação
Vendo o pôr-do-sol, com a sensibilidade da
Poesia pulsando em meu coração!
Elias Akhenaton
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